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  • Resenha | Rainbow - M. S. Fayes | Editora Pandorga

    quarta-feira, 2 de agosto de 2017




    Olá Belas e Belos ou Apenas Quimeras, 
    Hoje vamos ter resenha de uma autora nacional, tive o prazer de conhecer o trabalho dela e ela em um evento aqui em Brasília -Tardes Sensuais-, só tive a oportunidade de ler o seu livro agora e estou simplesmente encantada com sua escrita. Pelo que andei pesquisando é uma proposta diferente com mais leveza dos seus demais trabalhos, da mesma maneira que tem um novo público alvo, mas não menos emocionante uma viagem literária cheia de sensibilidade e autoconhecimento.

    "Meu Mundo poderia ser tão colorido quanto a paleta de cores que meu nome evocava, ou até mais."


    Rainbow
    Autora: M. S. Fayes
    Gênero: Romance
    Páginas: 288
    Editora: Pandorga 
    E-book: Amazon
    Nota: ❤❤❤❤❤  Amei
    *Livro cedido pela Editora 


    Sinopse
    Rainbow Walker sempre se sentiu diferente das garotas da sua idade. Com um nome peculiar e uma família estranha, ela nunca conseguiu estabelecer vínculos ou manter muitas amizades. Agora, em uma nova cidade, ela terá que se adaptar a uma nova escola e rotina, ao mesmo tempo em que precisa deixar sua introspecção de lado.
    Mas Rainbow não está sozinha nessa jornada, já que uma pessoa inesperada entra em seu caminho, fazendo com que ela precise rever todos os velhos preconceitos em relação aos outros, se obrigando a deixar as pessoas entrarem na sua vida.
    Reviravoltas, conflitos familiares e toda espécie de desventuras típicas de uma adolescente no Ensino Médio não podem competir com o que ela menos esperava encontrar: o amor e a autodescoberta.

    Resenha



    Rainbow Walker não é uma garota comum e as diferenças que a destacam já começam pelo singularidade de seu nome e se estende para a sua família já que também tinha costumes e seguia uma cultura diferente do padrão comum que é o conservador, essa diferença é enorme principalmente no cenário do livro onde podemos ver que é voltado para a cultura americana. Eles eram bem ligados à natureza seguindo o estilo hippie e foram esses valores que eles criaram seus filhos.

    Apesar da criação permissiva ou como eles gostavam de dizer criaram seus filhos para serem espíritos livres e que não criassem raízes, já que eram praticamente nômades, mas Rainbow não compartilhava dessas peculiaridades e se sentia deslocada tentando ao máximo não se prender as pessoas em suas mudanças e ao contrário de seus pais, o que mais queria era criar raízes, se formar e fazer faculdade.


    É muito interessante ver que há uma inversão de valores, já que normalmente os pais são super conservadores e que os filhos que buscam por mais essa liberdade. O que traz a tona que o importante é que haja um equilíbrio sempre e que apesar das diferenças entre pais e filhos já que são de uma geração e entendimento diferente. Devemos nos amar e respeitar acima de tudo que apesar das diferenças o que temos que ter em mente é o respeito por cada pessoa. A interação de Rainbow com sua família e muito interessante já que ela tem uma visão de seus familiares, bem como uma descrição detalhada das suas personalidades e associação de seus nomes do as personalidades.

    A capa é linda e representa bem a história com suas cores e sensibilidade. Um livro com o público infanto-juvenil e assim como a capa faz tudo para atrair esse público já que tem uma escrita fluida e de fácil entendimento, bem como os fatores do designer gráficos foram todos criados pensando nisso com muitos símbolos e diferenciando as mensagens de textos uma forma de comunicação muito usado por essa geração. Em um todo a uma harmonia entre capa, cores escolhidas e diagramação do livro nos passa a sensação de harmonia, sensibilidade e aconchego, me lembrando bastante de minha adolescência, demonstrando assim que esse livro também pode agradar a todos. Um ponto que me deixou confusa e que poderia se desenvolver melhor foi as questões psicológicas e características de uma determinada personagem que é uma pedra no caminho de Rainbow. As atitudes dessa personagem e das pessoas a volta vai além da permissividade e me fez questionar várias coisas, como até que ponto uma pessoa ir sem a interferência de seus familiares e qual é o ponto que separar da loucura e a sanidade.




    No livro vemos que Rainbow é uma adolescente super responsável, mas ainda assim ao meu ver imatura no sentido de não se conhece muito bem os seus sentimentos. Amadurecer significa entender que não existe amor maior do que o amor próprio. Podemos ver o processo de amadurecimento e autoconhecimento, bem como aceitação e o encontro com sua identidade principalmente no que se refere ao seu nome, o simbolismo que ela acreditava representar e o simbolismo que passou a ter, sobretudo ver com outros olhos não a si mesma, mas também a todos a sua volta. Ela teve ajuda nessa jornada e seus apoios fizeram toda diferença.



    A maturidade emocional e o que muitas das vezes faltou em alguns momentos para Rainbow assim como para toda adolescente. Ela sempre tende para o lado racional e tentar sistematizar o que ela sentia. É normal em momentos ou eventos que são novos ter ansiedade e como Rainbow não tinha um repertório ou seja não tinha preparo para lidar com algumas ou a maioria das situações sociais já que sempre teve de mudar de escola e cidade não tendo que estabelecer vínculos ou por está sempre fugindo e mantendo as pessoas afastada. O que faz pensar que apesar de ter alguns sintomas de fobia social não se enquadraria já que ela consegue ter um relacionamento social saudável com sua família e que todas as situações que fazendo nosso controle pode causar estresse.

    Podemos ver claramente os comportamentos de fuga e esquiva de Skinner quando ela passava por alguma situação aversiva e podemos ver que ela aprende novos comportamentos e emite comportamentos referentes assim colhendo resultados diferentes.



    Rainbow é um relato caro,inspirador e real de como é a vida de uma adolescente no ensino médio, os seus medos anseios e como os adolescentes pode ser cruéis um como os outros, bem como enfrentar os problemas internos comuns da adolescência e como esse processo é difícil. Além de uma leitura fluida e um ótimo entretenimento, também pode como leitura direcionada com o objetivo de mudança para adolescentes que passam pelo mesmo.


    Beijos de Luz,

    E que  as cores de Rainbow possam iluminar você também.



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    Resenha | Princesa Adormecida - Paula Pimenta @editorarecord & @galerarecord

    quarta-feira, 10 de setembro de 2014


    Ficha Técnica
    Título:Princesa Adormecida|Autora:Paula Pimenta|Editora:Galera Record
    Páginas:192|Compre aqui:Saraiva e Submarino|Fanpage:Princesa Adormecida|
    Adicione o livro no Skoob:Princesa Adormecida
    Classificação:|

    Sinopse

    Era uma vez uma princesa... Você já deve ter ouvido essa introdução algumas vezes, nas histórias que amava quando criança. Mas esta princesa sou eu. Quer dizer, é assim que eu fiquei conhecida. Só que minha vida não é nada romântica como são os contos de fada. Muito pelo contrário. Reinos distantes? Linhagem real? Sequestro? Uma bruxa vingativa? Para mim isso tudo só existia nos livros. Meu cotidiano era normal.Tá, quase normal. Vivia com meus (super protetores) tios, era boa aluna, tinha grandes amigas. Até que de uma hora pra outra, tudo mudou. Imagina acordar um dia e descobrir que o mundo que você achava que era real, nada mais é do que um sonho. E se todas as pessoas que você conheceu na vida simplesmente fossem uma invenção e, ao despertar, percebesse que não sabe onde mora, que nunca viu quem está do seu lado, e, especialmente, que não tem a menor ideia de onde foi parar o amor da sua vida.Se alguma vez passar por isso, saiba que você não é a única. Eu não conheço a sua história, mas a minha é mais ou menos assim...


    Resenha

    O livro é uma adaptação moderna do conto da Bela Adormecida dos Irmãos Grimm, que trouxe um ar de nostalgia daquela época que assistia A Bela Adormecida da Disney, amava quando a Aurora cantava para o seu príncipe na floresta "Foi você, o sonho bonito que eu sonhei...".

    No início lembrei muito da história original, mas com o passar das páginas eu encontrei um conto de fadas totalmente moderno.

    Era uma vez...Parei. Tudo inicia contando a história dos pais da princesa adormecida, como eles se conheceram que foi em um Curso de Culinária em Paris o que me lembrou muito a história do Príncipe Charles e Kate pois ambos se conheceram na faculdade na Noruega, mas voltando aos pais da princesa adormecida que são Doroteia e Stefan eles se conheceram através de uma amiga do Príncipe Stefan que era uma francesa chamada Marie que fazia culinária também e o chamou o Príncipe para o Festival de Degustação onde se encontram, conheceram e por fim se apaixonaram, casaram e viveram felizes para sempre... Ops! Ainda Não!

    Doroteia é uma brasileira, filha caçula e única mulher entre seus 3 irmãos mais velhos que são Florindo, Fausto e Petrônio, se já não bastasse esses três irmãos, que deve dar muito trabalho, não? Ela tem o seu pai que acredita que seu príncipe encantado é um Don Juan que queria apenas brincar com os seus sentimentos e fugir para seu país deixando ela despedaçada, mas logo percebeu que ele era um príncipe honrado e que amava sua filha, então desencanou disto. Contudo infelizmente Doroteia logo engravidou infelizmente uma gravidez de risco fazendo mudar os planos de casamentos e ser casar logo depois do nascimento de sua filha.

    De acordo com os planos eles novamente tentaram se casar no dia do batizado de sua filha Àurea Por favor não coloque esse nome nas filhas de vocês!

    Quando a amiga do Príncipe Marie tentou sequestrar a pequena, senão fosse um pequeno príncipe talvez Felipe que viu o sequestro da pequena fazendo os planos de Marie ir para o ralo, ela foi presa e meses depois conseguiu a condicional nesse tempo ficava ameaçando o casal real, então Doroteia teve a grande ideia de fraudar a própria morte de sua filha para despistar a Marie.

    Anna Rosa, foi morar no Brasil com seus tios que não era fácil pois não tinha nenhuma liberdade, não podia sair nem para visitar a casa das suas amigas, depois de um certo tempo eles colocaram ela, em um internato para meninas, onde ela conheceu a Clara sua melhor amiga.

    Quando Anna Rosa completou seus 16 anos, Clara e a suas amigas teve a ideia de levar ela para uma balada, onde ela conhece uma Dj que trocaram telefone para que fosse inserida em seu círculo de amigos pessoal para avisar quando iria trabalhar outra vez como DJ em uma balada.

     Anna Rosa recebe uma mensagem de um desconhecido que se apresenta como Phil, eles começaram a trocar a mensagens e depois ligações, eles marcam um encontro, porém esse encontro....

    A narrativa é em primeira pessoa contado pela Anna Rosa não é nem um pouco exaustiva, mas bem juvenil que me lembrou da minha pré-adolescência. O enredo desenvolvido na história deixou muito a desejar, pois a autora exagerou demasiado no drama da personagem.

    Os personagens não foram tão bem trabalhados já que não conseguia ver uma personalidade marcante, apenas superficiais. A autora focou muito nos personagens principais deixando de lado os outros que pareciam desnecessário no livro, apenas figurante de uma novela.

    O livro é bastante curto, li ele em apenas um dia enquanto estava na sala de aula nos horários vagos, mas como o público da autora é mais juvenil devo ressaltar que é um ótimo livro para os fãs do gênero, apesar de tudo gostei dessa adaptação moderna.

    Diagramação e o Designer do livro é fantástico, muito bem trabalhado e cheio de detalhes que não ficaram exagerados e que interrompa sua leitura.



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